Onhemopytã surgiu de um estudo dos povos indígenas que aprofundou em seus direitos, história, grafismos e significados e situação atual. A partir das pesquisas qualitativas em campo nas tribos pude perceber uma realidade indígena diferente da que eu imaginava. A visão estereotipada e ingênua que nem eu mesma sabia que tinha foi se dissolvendo e pude, através da imersão, entender melhor como o meu trabalho poderia ser relevante.
O resultado desse trabalho de imersão é um livro de 200 páginas que questiona a apropriação dos grafismos indígenas pelos designers de diversas maneiras. No início do projeto entendi quais eram as apropriações feitas por designers e então pude escolher 4 cases que seriam mais relevantes para o estudo. 
Protesto Guarani > São Paulo > 06/06/2014 > Fonte: www.socioambiental.org

Visita à aldeia Tekoa Pyau > São Paulo > 01/2015 

Cases escolhidos para estudo. Em ordem da esquerda para a direita: Fonte Pacaembu de Ricardo Carvalho; Capa Tupigrafia de Tony de Marco; Estampa Índios de Marcelo Rosenbaum; Coleção Farm na Aldeia.

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